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Quinta, 14 Novembro 2019 11:14

Diagnóstico e Tratamento para Epilepsia

Doenças neurológicas podem ter consequências bem graves. A Epilepsia, por exemplo, pode levar a vários danos colaterais, o que torna a seu diagnóstico e tratamento ainda mais importantes. Quanto antes for possível buscar apoio, melhor.

Infelizmente, muitas pessoas não conhecem bem essa doença nem seu tratamento, o que atrasa a procura por ajuda. Se este for o seu caso ou você está em dúvida, continue lendo e entenda melhor como são feitos o diagnóstico e o tratamento da Epilepsia.

O que é Epilepsia?

De forma simples, trata-se de uma crise temporária no sistema nervoso, onde os sinais de uma parte do cérebro são enviados de forma incorreta. Isso leva a reações adversas no corpo, principalmente à convulsão, seja de uma parte ou do corpo inteiro.

Elas costumam encerrar depois de alguns minutos, mas possuem outros sintomas atrelados, como perda de controle da micção e queda de consciência. Sendo assim, o paciente pode cair durante a crise, se machucando seriamente.

Como é feito o diagnóstico da Epilepsia?

O primeiro apontamento de que uma pessoa possa ter a doença é quando ela tem um histórico de convulsões e crises similares ao longo do tempo. Por isso que, ao ir para o hospital com uma crise, o médico irá pedir um histórico de outras ocorrências similares. Isso inclui também o histórico familiar.

Para confirmar o diagnóstico, entretanto, também é feita uma bateria de exames, como uma ressonância magnética cerebral, um eletroencefalograma e uma tomografia de crânio. Essas informações permitem entender com mais detalhes a situação do paciente e definir qual será o tratamento adequado para aquele indivíduo.

Como é feito o tratamento?

Assim como muitos outros tratamentos neurológicos, a Epilepsia é tratada com medicamentos que intervêm no funcionamento do sistema nervoso. Geralmente, são drogas que reduzem o nível de descarga dos neurônios cerebrais, diminuindo a intensidade dos impulsos nervosos. Isso evita que os ataques epiléticos ocasionem um quadro de convulsão.

O tratamento de casos menos graves pode ser temporário, apenas dando o tempo necessário para que o corpo se recupere. O médico também pode indicar outras formas de tratamento para acelerar a recuperação.

Em casos mais graves, é possível fazer uma cirurgia cerebral para minimizar a intensidade das crises. Essa operação possui seus riscos e os medicamentos dão conta de casos mais simples, mesmo em doses menores. Sendo assim, essa opção é direcionada aos pacientes em maior risco.

Lembre-se de fazer a prevenção

Em todos os casos, é importante que você tome algumas precauções antes, durante e após o tratamento. A alimentação, exposição a luzes muito intensas, entre outros fatores, ainda podem desencadear crises e causar danos colaterais. Além disso, mesmo que você não tenha tido nenhuma crise epilética em sua vida, ainda vale a pena visitar o médico e ficar atento a estes sinais para evitar maiores danos.

Com essas informações, você já está mais informado sobre a Epilepsia, seu diagnóstico e tratamento. Se você detectar algum sinal da doença em sua vida cotidiana ou em outras pessoas, vá ao médico o quanto antes.

A melhor forma de tratar um problema de saúde e manter a sua qualidade de vida é recebendo um diagnóstico cedo. Para isso, marque uma consulta na Neuro Instituto e aproveite para realizar um check-up completo.

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Segunda, 04 Novembro 2019 11:16

Epilepsia: conheça os sintomas

Existem várias doenças que não são bem esclarecidas para o público, o que pode levar a diversas complicações. Lidar com um problema de saúde da forma incorreta ou não saber como se prevenir diante dele é um grande risco. Um exemplo disso é a epilepsia, que pode causar vários danos colaterais quando não é tratada.

Para te ajudar a entender melhor o assunto, vamos explicar o que é essa doença e listar seus principais sintomas. Acompanhe:

O que é epilepsia

Ela é definida como uma alteração temporária no funcionamento do sistema nervoso central, fazendo com que uma parte do cérebro emita diversos sinais incorretos para o resto do corpo. Isso leva à formação de alguns sintomas, principalmente as convulsões.

Caso essas convulsões ocorram em apenas uma parte do corpo, então ela é considerada uma crise localizada. Se ela ocorre no corpo inteiro, é uma crise generalizada, que costuma ser mais grave. As convulsões em si não causam dano direto ao sistema nervoso, mas pode ser que o paciente caia e sofra hematomas enquanto se debate. Por isso é importante estar atento aos sintomas e buscar tratamento.

Principais sintomas da epilepsia

Se você estiver em dúvida com relação à presença ou não da doença, fique atento aos seguintes sintomas:

Sintomas comuns

São sinais que ocorrem tanto em crises generalizadas quando localizadas:

  • Perda curta de memória: após a crise, o paciente pode não se lembrar exatamente o que ocorreu logo antes ou durante as convulsões;
  • Perda de consciência: é comum que a pessoa também perca consciência durante ou logo após a crise;
  • Perda do controle da micção: devido aos sinais incorretos enviados pelo cérebro, pode ser que a urina seja expelida durante o ataque;
  • Sensação de sonolência e confusão após a convulsão: a convulsão consome boa parte da energia, além de poder causar danos físicos, o que leva à sonolência e a dificuldades de se orientar.

Ataque generalizado

São sintomas mais comuns quando ocorrem convulsões no corpo inteiro:

  • Movimentos involuntários e intensos dos músculos em todo o corpo: é a característica principal dessa crise, uma convulsão generalizada;
  • Aumento na rigidez dos membros: devido à tensão muscular, o corpo tende a ficar mais rígido;
  • Piscar os olhos com olhar fixo: os sinais do cérebro levam à movimentação das pálpebras, enquanto a tensão dos músculos oculares leva à fixação da vista.

Convulsão localizada

É quando a convulsão ocorre apenas em parte do corpo:

  • Movimentos involuntários e intensos dos músculos em até metade do corpo: característica principal desse tipo de ataque epiléptico, convulsão em apenas uma parte do corpo;
  • Contração muscular repentina em até metade do corpo: a tensão muscular também pode levar à maior rigidez da área atingida;
  • Deglutição e mastigação repetitivos: o paciente começa a mastigar e engolir de forma involuntária, o que pode afetar sua respiração.

Lembrando sempre que a melhor forma de evitar os danos da epilepsia é buscar tratamento e prevenção. Se você tem alguma suspeita de doença neurológica, é importante buscar seu médico e verificar o que deve ser feito.

Entre em contato com a Neuro Instituto e marque uma consulta com profissionais qualificados em neurocirurgia e neurologia.

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