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A forma como você se sente tem um grande impacto no seu bem-estar. Infelizmente, muitas pessoas acabam deixando a própria saúde mental de lado no dia a dia, o que leva a diversas complicações.

Casos clínicos como depressão e ansiedade são cada vez mais comuns, mas não é necessário ter um diagnóstico para passar por dificuldades emocionais. Entender esses problemas é fundamental para garantir seu bem-estar do dia a dia.

Para te ajudar a entender melhor a situação, vamos falar um pouco sobre o impacto da saúde mental na sua vida e como você pode melhorá-la. Acompanhe.

Efeitos da saúde mental em outras partes da sua vida

As emoções e a mente afetam diversos aspectos da sua vida. Veja aqui alguns exemplos:

Relações interpessoais

Problemas emocionais, quando não tratados, afetam sua capacidade de se relacionar com outras pessoas. Depressão e ansiedade, especialmente, podem tornar as relações sociais um grande esforço. E, apesar do que muitos dizem, não é possível para um ser humano viver saudável em isolamento. Conseguir interagir com as pessoas é necessário para seu bem-estar.

Autoestima

A imagem que uma pessoa tem de si mesma também é muito afetada por diferentes questões de saúde mental. E a baixa autoestima tem um efeito bem negativo na vida de qualquer um. Buscar ajuda para lidar com estas questões é um dos principais passos para evitar esses problemas.

Trabalho

Uma pessoa irritada, deprimida ou que tenha passado por qualquer situação ruim tende a perder sua produtividade no trabalho. Isso é normal, mas é importante tomar cuidado para que esse período não se prolongue muito. Em alguns casos, você pode acabar perdendo várias de suas oportunidades de crescimento e realização profissional.

O que fazer para melhorar sua saúde mental?

Considerando a importância para seu bem estar, o que pode ser feito para melhorar sua saúde mental? Veja aqui algumas dicas:

Criar hábitos saudáveis

Comer bem, se exercitar e dormir o suficiente não é bom apenas para evitar doenças, mas também para sua mente. Alguns desajustes no organismo podem ter grande impacto no seu estado emocional. Sendo assim, um bom ponto de partida para começar a melhorar sua saúde mental é buscar uma melhor saúde física, com uma dieta balanceada e exercícios.

Tenha paciência

Muitas pessoas tendem a se pressionar muito, querendo resultados rápidos e perfeitos, seja em suas próprias ações ou em seus tratamentos. Isso, naturalmente, leva a muita frustração. Tente exercitar um pouco de paciência no dia a dia e não se fixe muito nas frustrações.

Falar com um médico a respeito

Muitos problemas emocionais são resultado de transtornos neurológicos, os quais podem e devem ser tratados. Mesmo que esse não seja o caso, falar com um psicólogo pode ajudar bastante na resolução desses problemas. Buscar ajuda profissional é o melhor caminho para evitar que esses problemas se tornem mais graves.

Agora que você entende a importância da sua saúde mental para seu bem-estar, é hora de investir um pouco mais em sua mente. E para continuar acompanhando mais dicas a respeito, curta nossa página no Facebook e receba tudo em primeira mão.

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Terça, 17 Setembro 2019 17:35

Como prevenir doenças neurológicas?

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) o número de pessoas com mais de 60 anos chegará a 2 bilhões de pessoas até 2050. O problema é que esse grupo é o mais vulnerável a doenças neurológicas, como o Acidente Vascular Cerebral (AVC).

Para se ter uma ideia, o AVC mata mais por ano do que a Aids, a malária e a tuberculose juntas, e é a segunda razão de morte em pessoas maiores de 60 anos e a quinta na faixa entre 15 e 59 anos.

Mas calma, nem tudo são más notícias! A maioria das doenças neurológicas podem ser prevenidas se novos hábitos forem praticados.

Chegou a hora de mudar a sua rotina e incluir novos costumes com o objetivo de prevenir doenças cerebrais e, é claro, conquistar uma vida mais saudável. Confira nossas dicas a seguir!

3 dicas de prevenção para doenças neurológicas

Mantenha uma alimentação balanceada

O alimento é nosso combustível, sem ele é praticamente impossível nos mantermos de pé. No entanto, existem algumas opções podem ser perigosas e responsáveis por causar doenças no cérebro.

Se determinadas comidas tem o poder de estimular a função cognitiva e melhorar a memória, como é o caso do peixe, que contém ômega 3, outros alimentos tem efeito reverso e são conhecidos pelos males que causam ao funcionamento cerebral.

Assim, procure evitar os seguintes alimentos: produtos açucarados, fast food, frituras, alimentos pré-cozidos, proteínas processadas e gordura trans. Além disso, evite fumar e bebidas de álcool devem ser consumidas moderadamente.

Crie uma rotina de exercícios

Que a prática de exercícios físicos fazem bem para o corpo e para a mente, nós já sabemos. Porém, nesse caso, apostar também em atividades intelectuais é fundamental para manter o cérebro ativo.

Por isso, busque aprender algo novo, como tocar um instrumento musical, pintura, dança ou uma língua. Ainda, brincar com palavras cruzadas ou jogo da memória também são ótimas opções de passatempo que contribuem para a saúde do cérebro.

Separe um tempo no seu dia a dia para criar essa rotina. Manter uma vida ativa antes de qualquer desordem cerebral se manifestar é muito importante para a prevenção de doenças neurológicas.

Seja mais otimista e tranquilo

O estresse é responsável por produzir hormônios que fazem mal ao cérebro. Aliás, pesquisadores da Universidade da Califórnia descobriram que pessoas deprimidas possuem maior risco de desenvolver Alzheimer.

Assim, pessoas que são mais positivas e tranquilas estão menos vulneráveis a enfrentar problemas de memória e demência. No entanto, fugir completamente das situações estressantes ainda é um desafio, por isso, busque evitá-las ao máximo e ao chegar no fim do dia procure relaxar com meditação, yoga ou com a leitura de um bom livro.

É importante destacar também que realizar consultas periódicas é outro meio de prevenir-se de doenças neurológicas. Afinal, através de exames é possível verificar como está sua saúde e quais tratamentos são indicados, caso alguma enfermidade seja diagnosticada.

Neuro Instituto possui os melhores e mais capacitados profissionais para te ajudar. Entre em contato conosco e marque uma consulta. A prevenção começa quando damos mais atenção para nós mesmos!

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Sexta, 06 Setembro 2019 12:07

A importância do diagnóstico precoce!

Você é daqueles que vai ao médico somente quando sente dores ou algum sintoma muito específico? Tem o costume de se automedicar ou recorrer a soluções caseiras? Infelizmente esse é um hábito muito comum entre os brasileiros e extremamente prejudicial.

Doenças, condições genéticas e maus hábitos, quando identificados e tratados precocemente, possuem menor risco de complicações. Quer saber mais sobre a importância do diagnóstico precoce? Continue lendo nosso artigo!

A importância do diagnóstico precoce

Para que o médico possa chegar a um diagnóstico, primeiro é necessário realizar alguns exames com o objetivo de avaliar o funcionamento do corpo e, em caso de enfermidades, tratá-las. Essa primeira etapa é o check-up, que é uma avaliação médica de rotina relacionada a exames específicos conforme a idade, sexo e históricos pessoal e familiar.

No caso de doenças neurológicas, o check-up permite que sejam detectadas deficiências de memória, concentração e atenção. A partir dele torna-se mais fácil realizar um diagnóstico precoce e definir tratamentos que podem reduzir ou mesmo interromper a progressão destas doenças.

O acidente vascular cerebral (AVC), por exemplo, é a doença que mais mata no Brasil e a que mais causa incapacidade no mundo. Cerca de 70% das pessoas que sofrem um derrame não retornam ao trabalho e 50% ficam dependentes de outras pessoas no dia a dia.

Esse problema acontece devido à um conjunto de doenças, que podem ser consideradas silenciosas, como a hipertensão arterial, alterações do colesterol, diabetes, arritmias cardíacas ou acúmulo de gordura nos vasos sanguíneos.

No entanto, consultar um médico rotineiramente permite que esses problemas sejam diagnosticados antecipadamente e evitem não só o AVC, mas diversas outras doenças que ameaçam o seu bem-estar.

Com que frequência devemos ir ao médico?

O hábito de procurar um médico somente quando já está doente deve ser deixado para trás. Ao incluir no seu cotidiano consultas regulares irá notar uma diferença significativa na sua saúde e também na sua qualidade de vida.

Mas, com que frequência devemos ir ao médico? Quantas vezes por ano? Bom, cada idade “exige” uma frequência diferente de idas ao médico. Nós te explicamos melhor a seguir:

Crianças: Após a saída da maternidade, caso esteja tudo bem com o bebê, a primeira consulta deve acontecer no 15º dia de vida. Depois desse período, as consultas devem ser feitas aos: 2, 4, 6 e 9 meses e no primeiro ano de vida. Aos 2 anos, o pediatra inicia o acompanhamento do bebê, a partir daí é preciso que se verifique o peso e o tamanho a cada 6 meses, até os 5 anos. Depois, anualmente, entre 6 e 18 anos. Evidentemente, se o paciente apresentar alguma doença ou quaisquer alterações ao longo desses acompanhamentos, a periodicidade pode sofrer alterações.

Grávidas: O médico deve ser consultado assim que elas tiverem o diagnóstico de gravidez ou mesmo se tiverem suspeita, pois devem iniciar o acompanhamento da gestação. Até o sexto mês, as visitas ao obstetra são mensais. Depois disso, podem acontecer de 15 em 15 dias, conforme o andamento da gestação. Caso a gestante identifique sintomas diferentes, deve procurar imediatamente o médico.

Adultos: Uma vez por ano devem fazer um check-up com todos os exames necessários, caso não possuam nenhum problema já diagnosticado de saúde. Exames específicos, como ginecológicos e urológicos, ultrassonografias e consultas aos especialistas, devem ser feitos na frequência indicada por cada especialista de acordo com as idades dos pacientes.

Idosos: Se estão com a saúde em dia, podem seguir a mesma linha dos adultos e ir somente uma vez por ano. Mas, se manifestam alguma doença, é necessário ir ao médico com a frequência determinada pelo especialista.

E você? Já foi no médico este ano? Aproveite e marque uma consulta com os médicos especialistas da Neuro Instituto. É fácil e rápido, basta acessar o nosso site e conversar conosco!

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Quinta, 15 Agosto 2019 19:14

Quais os sinais e sintomas da enxaqueca?

Comum no nosso dia a dia, as dores de cabeça já fazem parte da rotina dos cidadãos brasileiros. Segundo a Sociedade Brasileira de Cefaleia (SBC), cerca de 70% da população do país sofre com esse problema que afeta diretamente na qualidade de vida.

Existem mais de 2 mil tipos de dores de cabeça, cada uma com seus sintomas, causas e tratamentos. A enxaqueca, provavelmente, é o tipo de dor de cabeça mais conhecida e é considerada a sexta doença mais incapacitante do mundo, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), e atinge 15% da população mundial.

Enxaqueca x Cefaleia: qual a diferença?

A cefaleia é o termo técnico usado pelos médicos para representar a dor de cabeça, já a enxaqueca é um dos tipos de cefaleia. Que, como vimos, existem vários! A enxaqueca é uma dor de cabeça crônica, que geralmente começa com uma dor latejante em um dos lados da cabeça.

Além da dor, a maioria das pessoas sentem náuseas e vômitos, aversão à luz e ao som. Enquanto outras também podem manifestar sintomas que não parecem estar relacionados com a enxaqueca, entretanto podem variar de acordo com o estágio da enxaqueca.

Os 4 estágios da enxaqueca e os sintomas

Primeiro é importante destacar que nem todos os pacientes passam necessariamente por essas fases e, ainda, que elas podem alternar entre crises na mesma pessoa.

Estágio pródromo: São sinais que indicam o aparecimento futuro de uma enxaqueca. Fique atento quando surgir constipação, mudanças de humor, desejos por comida, dor no pescoço, bocejo frequente, aumento da sede e da vontade de urinar, entre outros.

Estágio aura: Cerca de 1 hora antes do início da dor de cabeça, algumas pessoas que sofrem com enxaqueca apresentam o que é chamado de aura: problemas na visão (pontos pretos, brilhantes e imagens em ziguezague), confusão mental ou dificuldade pra falar.

Estágio de dor: Essa é realmente a fase da dor. Geralmente, ela afeta um dos lados da cabeça, é latejante e pode durar por quatro ou mais horas. Sintomas como náuseas, vômitos e sensibilidade à luz e ao som também acontecem nessa fase.

Estágio pós-dromo: Essa é a fase final da enxaqueca e você pode se sentir extremamente cansado, com alterações no humor e com dificuldade de concentração.

As causas da enxaqueca

As causas da enxaqueca ainda não foram completamente desvendadas pela ciência. Mas acredita-se que há uma alteração nos neurotransmissores que provocam uma vasodilatação nos vasos cerebrais evoluindo para a compressão do tecido nervoso e a sensação de dor.

Assim, os fatores que desencadeiam a enxaqueca são diversos e podem variar conforme cada pessoa. Alguns dos mais comuns são:

  • Cansaço;
  • Insônia;
  • Álcool;
  • Estresse e ansiedade;
  • Odores fortes;
  • Mudanças no clima;
  • Menstruação;
  • Jejum prolongado;
  • Luzes e sons intensos;

Não hesite em procurar um neurologista ao sentir fortes dores de cabeça combinadas ou não com os sintomas que citamos acima. Somente um profissional especializado poderá indicar o melhor tratamento para você. Entre em contato com a Neuro Instituto e agende uma consulta com nossos profissionais e tenha uma vida mais saudável!

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